As obras de arte, as grandes descobertas, os feitos humanos nascem do esforço e dedicação de quem trabalhou para aí chegar. Outras, existirão por mero acaso ou mesmo até por alguma impossibilidade de atingir um fim.
Gosto de pensar que quem inventou o banco alto foi muito pela indecisão de se sentar ou ficar de pé.
Sentar custa, e mais ainda levantar e, com o andar da idade então, nem se fala. Mas, porque ficar de pé cansa, há que estacionar a bunda num qualquer espaço minimamente acolhedor e dar um descanso às pernas.
Esta zona, sagrada de intenção(!) e de nome, é responsável por um sem fim de invenções, descobertas, histórias e até (quem sabe?) avanços tecnológicos.
Senão vejamos - a sanita - a maior das invenções. Estaríamos ainda de cócoras atrás da moita, como de vez em quando ainda estamos mas, na sua maioria das vezes, quero eu dizer. Outra, as cuecas! As belas cuecas uma das mais sensuais invenções do homem, cada uma para a sua época.
Uma descoberta... assim de repente não me estou a lembrar de nada descoberto por causa do rabo de alguém mas, não tenho dúvidas que, tendo existido os cultos que existiram em torno do corpo da mulher, de certeza que algum Indiana Jones da realidade terá chegado a alguma solução arqueológica por analogia. Quanto aos avanços tecnológicos, talvez a NASA possa explicar que invenções dedicou às mais resguardadas partes astronautas (sim, porque elas também lá vão).
Mas histórias há muitas e as mais estranhas histórias da vida comum são aquelas que dão conta da inexistencia desta parte da anatomia. Até a Rainha de Inglaterra tem "nalgas", até a Rainha de Inglaterra usa cuecas (ou assim se espera), ou melhor, até a Madre Teresa tinha e usava a sua anatomia como todos a usamos... tabu?
Bom afasto-me do tema proposto pela imagem.
De qualquer forma, a finalidade de um banco, seja alto ou baixo, é receber com aconchego e estabilidade. Estar bem sentado é meio caminho andado para um bocado bem passado, para dar de caras com a preguiça sem receio de "falta de posição". O pior é a anatomia amassada na hora de ir embora.

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